Objetivos do Milênio: Vitória leva moradia digna à população de menor renda
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Por Rejane Gandini Fialho, com edição de Deyvison Longui
Samira Gasparini
Na capital, mais de cinco mil famílias foram beneficiadas com melhorias habitacionais, reassentamentos ou pagamento de aluguel moradia
"É mais fácil erguer a cabeça quando se tem um teto sobre ela". Seguindo a premissa de que a conquista de moradia digna traz inúmeros outros benefícios sociais, a Política Habitacional em Vitória atua de forma integrada tendo entre seus objetivos proporcionar o acesso à moradia com dignidade à população de menor renda.
Os investimentos autorizados para o setor passaram de R$ 5,5 milhões, em 2005, para R$ 57 milhões, em 2010.
"Uma residência digna é ponto de partida para uma vida inteira com dignidade. É em casa que a família se estrutura. É a partir das relações em casa que estabelecemos nossa atuação na sociedade", explica o secretário municipal de Habitação, Sérgio Sá Freitas.
De acordo com o Instituto João Pinheiro, aproximadamente 7.500 famílias compõem o déficit habitacional do município, tendo sido esse índice combatido, desde 2005, por meio das ações do Programa Habitar Vitória.
Desde então, mais de cinco mil famílias foram beneficiadas, ora com melhorias habitacionais que garantem salubridade às residências, outras vezes com reassentamentos ou, ainda, com o pagamento de aluguéis para garantir a vida.
Ações integradas
Perspectiva/residencial Joana D\'arc
A Prefeitura de Vitória realiza programas habitacionais em vários bairros, como o Residencial para Joana D´Arc
Há, ainda, ações como cursos e oficinas que proporcionam geração de trabalho, emprego e renda com desenvolvimento da comunidade local.
Por meio da regularização fundiária, áreas de preservação ambiental são devidamente delimitadas na elaboração da planta de parcelamento, potencializando a preservação dessas áreas.
Entre os ODM, também está a valorização da mulher que, nos programas habitacionais, tem prioridade quando está à frente da família.
"É uma forma de garantir que filhos menores tenham um lar em casos de separação, pois, normalmente, as crianças ficam com as mães", explica o secretário.