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Taxistas recebem turistas do transatlântico Seabourn Quest

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Por Giovana Rebuli Santos (girsantoseira$4h064+pref.vitoria.es.gov.br), com edição de Matheus Thebaldi


André Sobral
Navio de Cruzeiro no Porto de Vitória
Americanos Roberto Torres e Dale Brown aproveitaram a escala em Vitória para conhecer atrativos da capital
André Sobral
Navio de Cruzeiro no Porto de Vitória
Transatlântico Seabourn Quest atracou no porto de Vitória nesta segunda (21)

Cerca de 30 taxistas atenderam turistas de vários países que chegaram ao porto de Vitória no transatlântico Seabourn Quest, nesta segunda-feira (21). Um ponto de táxi provisório foi instalado ao lado do local para facilitar o atendimento aos estrangeiros.

Sérgio Gonçalves Sodré foi um dos taxistas que receberam os turistas do transatlântico. "Atendi um casal que tem uma rede de restaurantes em Hollywood. Eu os levei até o Convento da Penha, até a Catedral, às Paneleiras e ao Centro de Referência do Artesanato Capixaba. Eles elogiaram muito a beleza, a limpeza e a tranquilidade de Vitória", contou.

Entre os turistas que passearam pela capital, os americanos Roberto Torres e Dale Brown também foram só elogios. "Nosso taxista foi muito atencioso e nos levou para conhecer o Convento da Penha e a orla de Camburi. A cidade é muito bonita, limpa e organizada. Foi ótimo", declarou Roberto.

Para o secretário municipal de Transportes, Trânsito e Infraestrutura Urbana, Oberacy Emmerich Junior, os taxistas são fundamentais para fortalecer o turismo na capital. "Os taxistas são os embaixadores da cidade, principalmente porque são eles que têm os primeiros contatos com os turistas. Dessa forma, o bom atendimento garante a volta desse turista e também que nossa cidade terá uma boa imagem lá fora".

Fiscalização

Durante todo o tempo em que o transatlântico permaneceu atracado no porto de Vitória, fiscais da Setran acompanharam o início das corridas de táxi e orientaram os taxistas. Os profissionais também entregaram aos passageiros um pequeno folheto contendo os dados do táxi utilizado. A medida foi para garantir mais segurança aos turistas.

"Por termos experiência na recepção de transatlânticos, sabemos que, às vezes, um passageiro pode esquecer algum pertence no carro. E para saber exatamente em qual dos 571 táxis a pessoa perdeu o seu pertence, entregamos a ela, assim que ela embarca no táxi, o número do veículo. Assim, se ela perder algo, ela pode entrar em contato conosco e nós encontramos o taxista e o objeto perdido. Já tivemos turistas que perderam coisas nos táxis e, por causa do folheto, conseguimos devolver a tempo objetos esquecidos, como máquinas fotográficas, celulares e até caixas de bombons", conta o fiscal de transportes Amaro Sérgio.