Alunos de Santa Tereza participam de projeto de educação em Direitos Humanos
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Por Patrícia Arruda, com edição de SEGOV/SUB-COM
Com a colaboração de Mayara Rangel
André Sobral
Alunos da Emef Mauro Braga participaram de oficina do projeto Escola Promotora dos Direitos Humanos
André Sobral
Estudantes tiveram a oportunidade de refletir acerca do respeito às diversidades
Os alunos da 8ª série/9º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Mauro Braga, em Santa Tereza, participaram nesta segunda-feira (18) da primeira oficina do projeto Escola Promotora dos Direitos Humanos, que tem como objetivo a construção de uma cultura de paz no ambiente escolar e na sociedade.
Com previsão de atender 11 turmas da 5ª série/6º ano à 8ª série/9º ano até julho, o projeto aborda termas como Diversidade e Equidade de Gênero; Diversidade Sexual e Prevenção da Homofobia na Escola; Relações Étnicorraciais; Diversidade Religiosa; Atenção às Vítimas de Violência Doméstica; Direitos e Deveres da Criança e do Adolescente e Mediação de Conflitos no Ambiente Escolar.
A pedagoga Cleidiane Ferreira da Silva destaca a importância do projeto para a escola. "A Emef Mauro Braga está numa região onde o índice de violência é alto, o que acaba refletindo no comportamento dos alunos na sala de aula. Dessa maneira, o projeto será fundamental para provocar uma reflexão sobre a importância do respeito às diferenças", disse.
Em 2014, as unidades contempladas pelo projeto foram as Emefs Izaura Marques da Silva, em Andorinhas, e Maria Stella de Novaes, no bairro Grande Vitória, beneficiando um total de 104 servidores e 477 estudantes do 6º ao 9º ano. A previsão é que a Emef Octacílio Lomba receba o projeto a partir de agosto.
Projeto
O projeto Escola Promotora dos Direitos Humanos foi criado pela Secretaria Municipal de Cidadania e Direitos Humanos (Semcid), sendo destinado às unidades da rede municipal de ensino que apresentam relações conflituosas no ambiente escolar, como casos de bullying, discriminação e desrespeito às diversidades.
De dois a quatro meses, estudantes, professores, coordenadores, pedagogos e demais profissionais da unidade de ensino são levados a refletir sobre educação em direitos humanos por meio de oficinas diversas.