Projeto de alimentação saudável desenvolvido no Cmei TI Rubens José Vervloet Gomes.
Foto Divulgação
Durante rodas de conversas as crianças puderam explorar e compartilhar suas experiências com os alimentos.
Um projeto de alimentação saudável desenvolvido no Centro Municipal de Educação Infantil em Tempo Integral (Cmei TI) Rubens José Vervloet Gomes, em Jardim Camburi, teve como foco principal a conscientização das crianças sobre a importância de uma alimentação equilibrada, com ênfase nas frutas. Ao longo do semestre, as crianças participaram de diversas atividades educativas, como leitura de livros, visitas a feiras e supermercados, e até uma tenda que representava uma laranjeira, para explorar o mundo das frutas de forma lúdica e prática.
A iniciativa surgiu a partir da percepção da equipe pedagógica de que muitas crianças enfrentavam dificuldades para se alimentar de maneira saudável, especialmente quando se tratava da aceitação de frutas e saladas. Com isso, o trabalho foi aprofundado, com ações práticas como visitas ao mercado, onde as crianças escolheram as frutas que mais gostavam, e rodas de conversa nas quais elas puderam explorar e compartilhar suas experiências com os alimentos.
Além disso, a tenda da laranjeira foi uma das atividades mais marcantes. Nela, as professoras contaram histórias sobre as laranjas, suas origens, formas e tamanhos, e mostraram o processo de como descascá-las e parti-las. Muitas crianças, que antes só conheciam a laranja pelo suco, passaram a pedir a fruta em casa, de acordo com os relatos dos pais.
Com a utilização da impressão 3D da unidade de ensino, o projeto atingiu um novo nível de envolvimento, tornando-se ainda mais dinâmico e inovador. A interação com a tecnologia, combinada ao aprendizado sobre alimentação saudável, proporcionou uma experiência única para as crianças, que saíram mais conscientes sobre seus hábitos alimentares e mais curiosas sobre o universo das frutas e da ciência.
A equipe da Escola de Inovação, um dos Centros de Ciência, Educação e Cultura (CCEC) de Vitória, que tem suas atividades voltadas para a cultura maker, se juntou aos pequenos para participar da atividade. A professora Patricia Pianadestacou o impacto da atividade de impressão 3D.
"A expectativa é que as crianças se surpreendam com as representações das frutas feitas na impressora 3D, pois as semelhanças com as frutas reais são impressionantes. Elas puderam explorar os formatos, texturas e cores de uma forma muito rica e divertida. A ideia é mostrar que, além de aprenderem sobre alimentação saudável, elas também podem se divertir com a tecnologia", explicou.
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Com a utilização da impressão 3D da unidade de ensino, o projeto atingiu um novo nível de envolvimento, tornando-se ainda mais dinâmico e inovador.
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As crianças se mostraram mais conscientes sobre seus hábitos alimentares e mais curiosas sobre o universo das frutas e da ciência. (ampliar)