Prefeitura de Vitória

Atalhos de teclado:

Educação ambiental: crianças aprendem sobre plantas e abelhas em vivência no Viveiro de Restinga

Publicada em

Por Michelle Moretti (msmorettieira$4h064+pref.vitoria.es.gov.br), com edição de Andreza Lopes


Foto Divulgação
Educação ambiental na Mata Paludosa
Educação ambiental com abelhas na Mata Paludosa.

Entre flores, risadas e pequenas mãos na terra, o aprendizado ganhará forma viva nesta sexta-feira (31), durante mais uma etapa do projeto "Abelha: Colmeia da Vida Silvestre - Preservação das Abelhas da Mata Paludosa de Vitória", promovido pelo Centro de Educação Ambiental (CEA) Mata Paludosa, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam). A atividade será realizada no Viveiro de Restinga, em Jardim Camburi, e envolverá 14 crianças do CEI Criarte/Ufes.

Coordenada pela educadora ambiental Osnéia Péccoli, com apoio das equipes do CEA e da Criarte/Ufes, a vivência propõe uma manhã de descobertas sobre a importância das plantas nativas, das abelhas sem ferrão e da preservação da biodiversidade. As crianças participarão acompanhadas de professoras, pedagoga e da diretora da escola, em uma experiência que une aprendizado e contato direto com a natureza.

Durante a atividade, os pequenos irão explorar o espaço do viveiro, conhecer espécies típicas de restinga e plantar mudas de girassol - cultivando o sentimento de pertencimento à natureza. Cada criança levará para casa um vaso autoirrigável feito com garrafa PET, produzido em oficinas anteriores do CEA. O item simboliza o compromisso com a sustentabilidade, o reaproveitamento de materiais e o cuidado com o meio ambiente.

Segundo a educadora Osnéia Péccoli, o projeto busca fortalecer o vínculo das crianças com a natureza e despertar um olhar sensível e ecológico desde cedo."Essas vivências geram aprendizagens profundas. Quando a criança planta, observa e cuida, ela entende o valor da vida em todas as suas formas e se torna parte desse processo de preservação", destacou.

Desenvolvido desde agosto, o projeto "Abelha: Colmeia da Vida Silvestre" integra pesquisa, diálogo e práticas educativas que levam a educação ambiental para além da sala de aula. A iniciativa valoriza o papel essencial das abelhas sem ferrão (tribo Meliponini) na manutenção dos ecossistemas e reforça a importância da sustentabilidade e do respeito à vida silvestre presente em Vitória.

A próxima etapa do projeto está prevista para novembro, no Refúgio de Vida Silvestre (Revis) da Mata Paludosa, onde novas vivências educativas irão ampliar os aprendizados sobre conservação, inclusão e valorização dos ecossistemas locais.