Prefeitura Municipal de Vitória

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Educação Especial

A Educação Especial é uma modalidade de ensino que perpassa todos os níveis e etapas educacionais. A Política de Educação Especial de Vitória tem como objetivo subsidiar o processo de inclusão escolar de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, nas ações cotidianas planejadas e desenvolvidas nos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) e nas Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEFs).

A Educação Especial é uma modalidade de ensino que perpassa todos os níveis e etapas educacionais. A Política de Educação Especial de Vitória tem como objetivo subsidiar o processo de inclusão escolar de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, nas ações cotidianas planejadas e desenvolvidas nos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) e nas Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEFs).

Público alvo

De acordo com a Politica Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (MEC, 2008), entende­se que os alunos com deficiências são aqueles com comprometimentos nas áreas física, intelectual ou sensorial (surdos, cegos, baixa­visão, surdo­cego); transtornos globais do desenvolvimento (autismo, sindromes do espectro autista e psicose infantil) e altas habilidades ou superdotação sendo aqueles que demonstram potencial elevado em qualquer uma das seguintes áreas, isoladas ou combinadas: intelectual, acadêmica, liderança, psicomotricidade e artes; também apresentam elevada criatividade, grande envolvimento na aprendizagem e realização de tarefas em áreas de seu interesse.

Serviços

É ofertado a esses alunos da rede pública municipal, tanto no horário regular quanto no contraturno escolar, o atendimento educacional especializado. Este trabalho é realizado por professores especializados em educação especial, que dentre outras ações docentes, organizam com os demais profissionais da escola, procedimentos didáticos pedagógicos diferenciados, atuando de forma articulada na organização do trabalho destinado a crianças, adolescentes, jovens e adultos matriculados nas diferentes Unidades de Ensino do município.

Atendimento Educacional Especializado (AEE)

O atendimento educacional especializado no contraturno (AEE) é direito de todos os alunos sendo desenvolvido pelos professores especializados, com o objetivo de eliminar as barreiras e impedimentos socioculturais a que esses alunos estão sujeitos no dia a dia.

A Política de Educação Especial no município de Vitória

Deficiências Múltiplas e Intelectual:

Tem acompanhamento especifico na rede. Os alunos que apresentam uma ou mais deficiências associadas são acompanhados por uma equipe composta por profissionais que atuam na unidade escolar.

 Transtornos Globais do Desenvolvimento:

 São aqueles que apresentam Autismo clássico, Síndrome de Rett, Transtorno Desintegrativo da Infância (psicoses) e Transtornos Invasivos sem outra especificação. O processo de inclusão desses alunos ocorre por meio do trabalho articulado entre professores especializado e os demais profissionais da escola.

Salas de Recursos Multifuncionais

As escolas da rede municipal dispõem de uma Sala de Recursos Multifuncionais organizada pelo MEC, com equipamentos e materiais para o público-alvo da Educação Especial. Recursos esses que contribuem para o planejamento de ações metodológicas junto aos professores regentes fomentando e potencializando ações articuladas no turno e contraturno do aluno. 

Ensino de Sorobã e Braille auxiliam a inclusão de aluno com deficiência visual

Elizabeth Nader

Professor ensinando soroban a aluno portador de deficiência visual

Visando à inclusão do aluno com deficiência visual no processo de ensino-aprendizagem, a Prefeitura de Vitoria oferece em todas as escolas da rede pública municipal onde há estudantes cegos matriculados o ensino do Braille e do Sorobã. O objetivo é auxiliar na inclusão do aluno com deficiência visual. 

 Para aprender o código Braille, os alunos contam com professor especializado e equipamentos como: reglete, punção e máquina de escrever em Braille. Já o Sorobã é um instrumento que trabalha com cálculos e operações matemáticas. Quando dominado pelo estudante seu uso pode se tornar mais rápido do que o de uma calculadora.

 Além dos equipamentos e materiais nas escolas onde há alunos cegos, o município conta com Sala de Recursos Multifuncionais, com equipamentos específicos para alunos com cegueira.

Última atualização em 30/07/2014

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Estudantes com autismo têm atendimento em horário regular e no contraturno

No processo de inclusão educacional dos alunos com Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD), a Secretaria Municipal de Educação de Vitória, por meio da Coordenação de Formação e Acompanhamento à Educação Especial, atende aos alunos com autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de Rett, transtorno desintegrativo da infância (psicoses) e transtornos invasivos sem outra especificação.

O acompanhamento e as atividades educacionais ocorrem diariamente, durante a jornada escolar, por meio da articulação entre os professores especializados e os demais profissionais da escola.

Além do estudo em horário regular de aulas, também é oferecido, no contraturno, o Atendimento Educacional Especializado (AEE). Este atendimento se dá de forma complementar, com vistas à eliminação de barreiras que dificultam e interferem no processo de aprendizagem.

Última atualização em 21/07/2014

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Aluno com deficiência visual recebe orientação para locomover-se

Orientar-se e locomover-se com autonomia e segurança no ambiente escolar pode ser um desafio para o estudante com deficiência visual. Na rede municipal de ensino de Vitória, o aluno cego ou com baixa visão recebe o apoio dos profissionais especializados no Atendimento Educacional Especializado (AEE), serviço ofertado pela modalidade de educação especial, nas unidades escolares.

Os professores especializados possuem formação para definir procedimentos didáticos e pedagógicos diferenciados para propiciar o acesso ao currículo escolar, pela via da adaptação de materiais didáticos, do ensino do código Braille e Soroban, e da utilização de recursos de tecnologia assistiva, materiais e equipamentos específicos (impressoras, softwares e programas, lupas, máquinas de Braille, dentre outros).

Com o acompanhamento desses educadores, os alunos com deficiência percorrem espaços da cidade, como padarias, parques e farmácias, e aprendem a utilizar os sentidos humanos e ferramentas de tecnologia assistivas (bengalas, pré-bengalas, entre outras), de forma a atender as suas necessidades e estimular o desenvolvimento de habilidades sensoriais, possibilitando a construção de conceitos e sua plena participação e inserção social.

Última atualização em 27/03/2014

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Tecnologias assistivas auxiliam ensino de alunos com deficiência

Carlos Antolini

Mulher em cadeira de rodas entrando no banheiro

Ferramentas como teclado falado, mouses especiais, cadeiras de rodas manuais ou elétricas, bengalas, muletas e próteses são denominadas Tecnologias Assistivas (TAs). Também fazem parte das TAs as rampas, adaptações em banheiros e mobiliário, entre outros projetos arquitetônicos para acessibilidade.

Esses recursos e serviços são disponibilizados aos estudantes com deficiência na rede municipal de ensino de Vitória, nas unidades em que estão matriculados. O objetivo é que eles levem maior autonomia e independência aos alunos, contribuindo diretamente no processo de ensino­ e aprendizagem e na efetivação da inclusão escolar. As tecnologias assistivas são utilizadas para potencializar as diferentes aprendizagens e formas de viver com qualidade. 

Última atualização em 30/07/2014

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Rede municipal oferece Educação Bilíngue para alunos surdos

Elizabeth Nader

Curso de Libras

Atendendo às Diretrizes da Política Nacional de Educação Inclusiva, a Secretaria Municipal de Educação implantou na rede de ensino de Vitória, em 2008, a Política de Educação Bilíngue para os alunos surdos.

Essa política consiste, basicamente, no respeito à singularidade linguística do aluno com surdez em seu processo de ensino e aprendizagem. Dessa forma, ele aprende a Língua Brasileira de Sinais - Libras (uma língua visual e espacial) como primeira língua e a língua portuguesa escrita como segunda língua.

Atualmente, sete escolas municipais possuem uma equipe de professores bilíngues, instrutores e professores de Libras, além de tradutores e intérpretes (Libras-Língua Portuguesa-Libras). Essas escolas são referências para matrícula de alunos com surdez.

Oferta do Ensino de Libras na educação infantil e fundamental

8 ocorrência(s)
Nome da unidade Endereço Telefone
CMEI Dr. Denizart Santos Avenida Jurema Barroso, 215
Centro
3322-1033
CMEI Jacyntha Ferreira de Souza Simões Rua José Alves, S/N
Goiabeiras
3327-0465
EMEF Adevalni S. Ferreira de Azevedo Rua Victorino Cardoso, 140
Jardim Camburi
3337-3215
EMEF Aristóbulo Barbosa Leão Avenida Vitória, 3010
Bento Ferreira
3227-4050
EMEF Izaura Marques da Silva Avenida Leitão da Silva, 3291
Andorinhas
3325-5039
EMEF Juscelino Kubitscheck de Oliveira Avenida Jerônimo Vervloet, 880
Maria Ortiz
3327-1394
EMEF Maria José Costa Moraes Rodovia Serafim Derenzi, 4449
São José
3233-1599
EMEF Suzete Cuendet Rua Oto Ramos, 69
Maruípe
3223-9888

Fonte: Secretaria de Educação de Vitória - SEME

Última atualização em 27/03/2014

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Vitória tem política de educação especial para altas habilidades/superdotação

Carlos Antolini

Dois alunos montando linguagem de libras em papel

Os alunos da rede municipal de ensino que apresentam indícios de altas habilidades/superdotação (AH/SD) são observados, acompanhados e encaminhados para o desenvolvimento de atividades de enriquecimento curricular na sua área de interesse.

O objetivo é ampliar os conteúdos e experiências desenvolvidos na escola e potencializar talentos no decorrer do Ensino Fundamental.

Os projetos e práticas de enriquecimento curricular para esses alunos podem ser estimulados no âmbito escolar, nas salas de recursos com professores especializados e nas instituições parceiras.

Entre as diversas atividades desenvolvidas estão:

- Identificação inicial de alunos com indícios de AH/SD, por meio da observação do desempenho dos alunos nas atividades em sala de aula, ações e projetos curriculares no contexto da sua escola;

- Projetos específicos nas áreas de interesse dos alunos com professores especializados, para potencializar e aprofundar habilidades e talentos, nas salas de recursos, localizadas nas escolas-referência;

- Oferta de práticas e experimentos criativos por meio de instituições parceiras, públicas e privadas.

As salas de recursos localizam-se em seis escolas de Ensino Fundamental do Sistema de Ensino de Vitória, denominadas escolas-referência. São elas:

 

EMEF Álvaro de Castro Matos
Rua Odete de Oliveira Lacourt, 159,  Jardim da Penha.
Telefone: (27) 3227-6807
EMEF  Maria José Costa Moraes
Rodovia Serafim Derenzi, 4449, São José.
Telefone: (27) 3233-1599

EMEF  Maria Madalena Oliveira Domingues
Rua Carlos Delgado Guerra Pinto, 450, Jardim Camburi.
Telefone: (27) 3347-4746
EMEF  Padre Anchieta
Avenida João Santos Filho, 295, Ilha de Santa Maria.
Telefone: (27) 3223-3999
EMEF Prof. Vercenílio da Silva Pascoal    
Rua José Martins Delazare, 200 - Joana D´arc
Telefone: (27) 3325-5152

EMEF Castelo Branco     
Avenida Jurema Barroso, 130 - Ilha do Príncipe
Telefone: (27) 3223-0072

Última atualização em 09/02/2017

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Avenida Marechal Mascarenhas de Moraes, 1.927
Bento Ferreira, Vitória, ES - CEP: 29.050-945
Telefone: (27) 3382-6000 (Atendimento ao público de 12h às 19h)
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