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Centro de Educação Ambiental Mata Paludosa terá oficinas fruto de parceria com a Ufes

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Por Michelle Moretti (msmorettieira$4h064+pref.vitoria.es.gov.br), com edição de Andreza Lopes


Foto Divulgação
Centro de Educação Ambiental Mata Paludosa terá oficinas fruto de parceria com a Ufes
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UFES e CEA Mata Paludosa promovem oficinas no 1º Colóquio Ambiental

Na próxima terça-feira (2), o Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa e Estudos em Educação da Universidade Federal do Espírito Santo ( NIPEEA/Ufes) receberá uma ação educativa especial realizada em parceria entre o Centro de Educação Ambiental Mata Paludosa (CEA Mata Paludosa), o Grupo de Pesquisa Territórios de Aprendizagens Autopoiéticas e o Projeto de Extensão Narradores da Maré. A atividade integra a programação do 1º Colóquio de Educação Ambiental do NIPEEA, que ocorre nos dias 1º e 2 de dezembro.

A proposta surgiu a pedido do coordenador do grupo de pesquisa, Professor Dr. Soler Gonzalez, como forma de fortalecer práticas formativas sustentáveis dentro da universidade e ampliar o diálogo entre pesquisa, comunidade e políticas públicas. A condução será da educadora ambiental Osnéia Péccoli, do CEA Mata Paludosa.

A expectativa é reunir cerca de 30 pessoas, entre estudantes da Ufes e do Criarte, integrantes do grupo de pesquisa e participantes do Colóquio. Para o momento, três oficinas foram preparadas: Compostagem doméstica;  montagem de horta experimental e plantio de mudas medicinais.

As práticas seguem os princípios da educação ambiental crítica e fazem parte do cardápio educativo do projeto Vitória Cidade Limpa, que orienta as ações formativas do CEA Mata Paludosa em diferentes regiões de Vitória.

Na oficina de compostagem, os participantes vão compreender o caminho dos resíduos orgânicos e aprender como transformá-los em adubo. Em seguida, a preparação da horta experimental permitirá o contato direto com o solo e o cultivo de plantas medicinais. Por fim, o plantio de mudas medicinais abrirá espaço para conversar sobre saberes tradicionais, saúde comunitária e biodiversidade.

A presença do CEA Mata Paludosa no Colóquio reforça a importância de aproximar universidade e território, estimulando práticas colaborativas que valorizam o cuidado, a formação cidadã e a construção de cidades mais sustentáveis e sensíveis à vida em todas as suas formas.