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Pequenas atitudes dentro de casa ajudam no combate à dengue

Elizabeth Nader

agentes sanitários de combate à dengue colocando remédio em caixa d`água

A dengue é uma doença infecciosa aguda transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti infectado. Combatê-la não é uma tarefa fácil. Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 80% dos focos de dengue estão dentro das residências.

Além das ações rotineiras de combate, como o fumacê, visitas aos imóveis e monitoramento das armadilhas, a Semus precisa da ajuda da população para eliminar os focos. Medidas simples geram bons resultados.

Check list:
Confira a lista de ações que devem ser feitas em casa e marque um X após tomar as providências

As ocorrências são mais comuns em áreas tropicais e subtropicais. As epidemias geralmente ocorrem no verão, durante ou imediatamente após períodos chuvosos. O quadro clínico é amplo, apresentando desde uma febre até quadros graves.

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Mapeamento mostra os riscos por bairro

Um levantamento feito em 2013 pela Secretaria Municipal de Saúde (Semus) em 13 regiões de Vitória revela quais os principais riscos que cada bairro enfrenta na batalha contra os focos do mosquito da dengue. O mapeamento também aponta se o índice de transmissão da doença é baixo, médio ou alto e mostra quais os principais locais de risco, separados por bairro, como calhas, ralos, banheiros desativados, tanques em obras, piscinas e fontes ornamentais, floreiras e cacos de vidro nos muros.

 Veja aqui o mapeamento completo.

Sintomas

A forma clínica clássica caracteriza-se pelos seguintes sintomas:

  • febre alta, com duração de 2 a 7 dias;
  • Dor de cabeça;
  • Dor no corpo e nas juntas;
  • Dor atrás dos olhos;
  • Manchas vermelhas pelo corpo.

Quem tem diagnóstico de dengue deve ficar atento ao surgimento dos sintomas a seguir:

  • Dores fortes e contínuas na barriga;
  • Vômitos persistentes;
  • Sangramento por nariz, boca e gengivas;
  • Sede excessiva e boca seca.

Transmissão

A fêmea do mosquito pica o indivíduo infectado, mantém o vírus em sua saliva e o retransmite em novas picadas. A transmissão ocorre pelo ciclo homem-Aedes aegypti-homem.

Após ingerir sangue infectado, o inseto fêmea mantém-no em período de incubação. Depois desse período, o mosquito torna-se apto a transmitir o vírus durante toda a sua vida.

Tratamento

Ao serem observados os primeiros sintomas da dengue, deve-se buscar orientação médica na unidade de saúde mais próxima. A reidratação oral com soro caseiro, água ou sucos pode ser feita antes mesmo da consulta médica.

As unidades de saúde da capital estão preparadas para receber os moradores com os sintomas da dengue, oferecendo hidratação via oral e medicamentos, quando necessário. Os casos mais graves, que necessitarem de hidratação venosa, serão encaminhados para os Prontos-Atendimentos da Praia do Suá e de São Pedro, que terão a Unidade de Saúde de Andorinhas como apoio para esse tipo de atendimento, inclusive aos finais de semana.

Após a consulta, alguns cuidados devem ser observados, como:

  • manter-se em repouso;
  • continuar bebendo muito líquido;
  • usar somente os medicamentos prescritos pelo médico para aliviar as dores e a febre.

Thalles Waichert

Agente da vigilância ambiental procura foco de dengue em plantas

Como combater

  • Não deixe água acumulada sobre a laje;
  • Vire todas as garrafas com a boca para baixo, evitando o acúmulo de água dentro delas;
  • Feche bem o saco de lixo e deixe-o fora do alcance de animais;
  • Mantenha a caixa d'água bem fechada;
  • Coloque no lixo todo objeto não utilizado que possa acumular água;
  • Mantenha bem fechados tonéis e barris d'água;
  • Troque a água dos vasos de plantas aquáticas e lave-os com escova, água e sabão uma vez por semana;
  • Lavar semanalmente, principalmente por dentro, com escova e sabão, os utensílios utilizados para guardar água em casa, como jarras, garrafas, potes e baldes;
  • Coloque o lixo em sacos plásticos e mantenha a lixeira bem fechada.

Para denunciar focos

Para denunciar um foco da dengue ou esclarecer dúvidas, solicite a visita do agente de combate à dengue ligando para o Fala Vitória 156. O atendimento do 156 funciona de segunda a domingo, das 6 horas à meia-noite, incluindo feriados.

Programa de monitoramento

O programa contra a dengue conta com 250 agentes de combate a endemias, que percorrem todos os bairros da cidade e atuam em 119.716 imóveis, bimestralmente, identificando e prevenindo focos do mosquito Aedes aegypti.

Para fazer o monitoramento dos focos, os agentes utilizam planilha eletrônica, com a utilização de smartphones. Nesses aparelhos, eles registram as informações - como número de focos e localização de depósitos de água - que são transmitidos em tempo real via satélite para uma base de dados.

O município também realiza o Monitoramento Inteligente da Dengue. Um total de 1.410 armadilhas do tipo Mosquitrap é utilizada para capturar mosquitos adultos (fêmeas), transmissores da dengue. As armadilhas tipo ovitrampas fazem a captura de ovos de mosquitos. Cerca de 39 profissionais atuam no tratamento de bueiros, charcos, valas, entre outros.

No controle atuam, ainda, equipes que realizam as seguintes atividades:

  • Bloqueio de Casos Notificados de Dengue, por meio de UBV (Ultra Baixo Volumes) veicular e portátil;
  • Atuação em 79 pontos estratégicos quinzenalmente (ferros-velhos, borracharias, cemitérios, entre outros);
  • Aspiração para captura do mosquito adulto, iniciativa realizada em imóveis abandonados e terrenos baldios, em conjunto com a Vigilância Sanitária e Guarda Municipal.

O Centro de Vigilância em Saúde Ambiental desenvolve as seguintes ações:

  • Vistoria e tratamento semanal de todos os bueiros do município com larvicida biológico (22.804 bueiros);
  • Vistoria e tratamento de 1.000m lineares de valas e 25.000m² de charcos (média mensal) do município;
  • Atendimentos a reclamações em obras (aproximadamente 150, tratadas de 15 em 15 dias) e em locais com problemas estruturais (no total, 450 atendimentos mensais em média - incluindo todas as obras de Vitória);
  • Tratamento espacial com termonebulizador (fumacê) - até 120 horas mensais atualmente;
  • Monitoramento diário de 35 armadilhas tipo "New Jersey" para mosquitos adultos distribuídas no município;
  • Atuação da equipe de educação e saúde ambiental, realizando palestra, oficinas e outras atividades lúdicas;
  • Execução de ações intersetoriais entre as secretarias visando o controle do vetor e a mobilização social.

Última atualização em 17/03/2014.

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