|
|
|
Palmeiras
de
Vitória
 |
Palmeira
coco-de-quarta
Syagrus picrophylla
Ocorrência natural no Brasil.
Altura
máxima do caule em torno de 7 m.
Os frutos são comestíveis, apresentam forma
ovalada e coloração castanho-alaranjada quando
maduros. Espécie muito rústica, de rápido
crescimento, que apresenta grande potencial para fins ornamentais,
sendo muito utilizada em canteiros contrais.
Locais
onde pode ser encontrada: Av. Nossa Senhora da Penha, Parque
Pedra da Cebola, treve da Av. Rio Branco com Av. Nossa Senhora
da Penha e canteiro próximo a Ponte Ayrton Senna.
|
|
|
Palmeira
ráfia
Rhapis excelsa
Ocorrência natural na China.
Altura máxima do caule em torno de 3 m.
Possui caules múltiplos, revestidos por partes das
folhas já caídas e por tecido fibroso de coloração
amarronzada. Produz frutos ovalados, pequenos e brancos
quando maduros. Espécie de grande rusticidade, utilizado
em vasos à meia-sombra ou sombra, podendo ser empregada
também em amplas áreas como parques e praças.
Obs.: caule múltiplo intencionalmente isolado no
ilustração para melhor visualização
da palmeira.
Locais
onde pode ser encontrada: muito utilizado em vasos na ornamentação
de repartições públicas municipais.
|
|
|
Palmeira
jerivá
Syagrus romanzoffiana
Ocorrência natural no Brasil.
Altura
máxima do caule em torno de 15 m.
Seus frutos são arredondados, de cor amarela quando
maduros, muito apreciados pela fauna e produzidos durante
quase o ano todo.
Palmeira altamente decorativa, utilizada no paisagismo,
sendo a mais cultivada de todos as nativas. Possui grande
resistência no transplante, mesmo quando adulta.
Locais
onde pode ser encontrada: Parque Pedra da Cebola, trevo
da Av. Fernando Ferrari (Aeroporto), trevo da Rod. Serafim
Derenzi (Ilha das Caieiras) e Parque Municipal Horto de
Maruípe.
|
|
|
Palmeira
areca-bambu
Dypsis lutescens
Ocorrência natural em Madagascar.
Altura
máxima do caule em torno de 12 m.
Seus caules múltiplos formam touceiras com brotação
intensa no base. Os frutos são ovalados, de cor amarelada,
sendo abundantemente produzidos durante os meses de verão.
Suas sementes são exportados para vários países.
Espécie de grande efeito decorativo, muito utilizada
em parques, praças e canteiros centrais, isolado
ou em grupos.
Obs.: caule múltiplo intencionalmente isolado na
ilustração para melhor visualização
da palmeira.
Locais
onde pode ser encontrada: Av. Desembargador Demerval Lyrio,
rotatórias da Praia do Canto e Rua Augusto Emílio
Estelita Lins.
|
|
|
Palmeira
imperial-de-cuba
Roystonea regia
Ocorrência natural em Cuba, Guiania e Panamá.
Altura máxima em torno de 15 m.
Seus frutos arredondados são pequenos e
arroxeados. Apresenta caule lixo, com dilatações
irregulares e palmito volumoso no topo, escondido pelas
folhas recurvadas. Adequada para uso em parques e praças.
Locais
onde pode ser encontrada: Parque Moscoso.
|
|
|
Tamareira-de-jardim
Phoenix roebelenii
Ocorrência natural na Índia.
Altura
máxima do caule em torno de 4 m.
Suas
folhas numerosas e eretas ficam recurvadas com a idade.
Tem frutificacão abundante durante o verão,
com frutos pequenos, ovalados e de coloração
violeta a negra quando maduros. Quando nova é muito
utilizada em vasos e já adulta pode ser empregada
em parques ejardins.
Locais
onde pode ser encontrada: rotatórias de Bento Ferreira
e Parque Pedra da Cebola.
|
|
|
Palmeira
real
Roystonea oleracea
Ocorrência natural nas Antilhas e Venezuela.
Altura
máxima do caule em torno de 30 m.
Possui caule liso, espesso, esbranquicado, sem dilatações,
com palmito exposto no topo. Espécie introduzido
no Brasil no início do século XIX. Apresenta
grande efeito paisagístico pela exuberância
de seu porte, podendo ser utilizado isoladamente ou em fileiras
em amplas áreas.
Locais
onde pode ser encontrada: Parque Municipal Horto de Maruípe,
Praça Costa Pereira, Parque Moscoso, Av. Marechal
Mascarenhas de Moraes.
|
|
|
Palmeira
licuala
Licuala amplifrons
Ocorrência natural em Sumatra.
Altura
máxima do caule em torno de 3 m.
Seus frutos são arredondados, com polpa suculenta,
de coloração vermelha quando maduros. A imponência
de suas folhas amplas, de margens denteadas, proporciona
à espécie uma excepcional característica
ornamental, podendo ser cultivada em vasos, canteiros e
parques. É indicada para regiões litorâneas
chuvosas, de solo rico.
Locais
onde pode ser encontrada: muito utilizado em vasos na ornamentação
de repartições públicas municipais.
|
|
|
Palmeira
latânia
Latania loddigesii
Ocorrência natural nas Ilhas Mascarenas.
Altura máxima do caule em torno de 10 m.
Suas folhas são em forma de leque, com tonalidade
azulada, mais acentuada quando a pleno sol. Os frutos são
numerosos, marrom-esverdeados, ovalados e de polpa mole,
com produção intensa durante o verão.
Adequado para vasos quando jovem e parques quando adulta,
podendo ser cultivada isoladamente, em grupos ou fileiras.
Locais
onde pode ser encontrada: Parque Moscoso, Parque Pedra da
Cebola, Praça dos Desejos e canteiro próximo
à descida da 2ª Ponte (Rodoviária).
|
 |
Palmeira
açaí
Euterpe oleracea
Ocorrência natural no Brasil.
Altura máxima do caule em torno de 25 m.
Apresento caules múltiplos com raízes
visíveis na base. Seus frutos, de coloração
violeta, são muito procurados por várias
espécies de aves e produzidos em grande quantidade
nos meses de verão.
Da polpa é obtido um suco arroxeado, denominado
"vinho-de-acaí", de alto teor calórico.
Produz um palmito comestível que é comercializado
em forma de conservas. Espécie muito ornamental,
utilizado no paisagismo de parques e praças.
Obs.: Caule múltiplo intencionalmente isolado
no ilustração para melhor visualizacão
do palmeira.
Locais
onde pode ser encontrada: lago da Ilha do Frade e Parque
Municipal Horto de Maruípe.
|
|
|
Palmeira
dendê
Elaeis guineensis
Ocorrência natural na África.
Altura
máxima do caule em torno de 20 m.
Espécie com caule espesso quando jovem, tornando-se
mais fino e marcado por cicatrizes com o passar do tempo.
Apresenta frutificação abundante quase
o ano inteiro, com frutos ovalados, pretos e avermelhados
na base. É cultivado para obtenção
de óleo destinado à indústria e
à culinária, bem como isoladamente ou
em grupos na ornamentação de praças
e parques.
Locais
onde pode ser encontrada: lago da Ilha do Frade, Monumento
do Imigrante Italiano, Av. Desembargador Santos Neves,
Praça dos Desejos e Parque Municipal Horto de
Maruípe.
|
|
|
Palmeira
triangular
Dypsis decary
Ocorrência
natural em Madagascar.
Altura
máxima do caule em torno de 6 m.
Suas folhas são distribuídas em três
direções distintas, daí o seu nome
popular.
Apresenta frutos arredondados, de cor amarelo-esbranquiçado
quando maduros.É
indicado para áreas de praças, parques
e canteiros, onde pode desenvolver-se com todo o seu
esplendor.
Locais
onde pode ser encontrada: Av. Joubert de Barros e Câmara
dos Vereadores.
|
|
|
Palmeira
imperial-de-porto-rico
Roystonea borinquena
Ocorrência
natural em Porto Rico.
Altura
máxima do caule em torno de 18 m.
Apresenta frutos esférico-alongados, pequenos
e arroxeados. Seu caule é liso e espesso, dilatado
na região central, motivo pelo qual é
denominada também "palmeira coca-cola".
Pode ser empregada
no paisagismo de parques, pracas e canteiros centrais.
Locais
onde pode ser encontrada: Parque Pedra da Cebola e Parque
Municipal Horto de Maruípe.
|
|
|
Palmeira
leque
Livistona chinensis
Ocorrência
natural no China e Ilhas do Sul do Japão.
Altura
máxima do caule em torno de 15 m.
Apresenta folhas em leque com espinhos nas margens e
frutos ovalados de cor verde-azulados. A espécie
é largamente cultivada em regiões tropicais,
tendo sido pioneira no cultivo em vasos. É muito
utilizada em parques e jardins, como planta isolada,
em grupos ou fileiras.
Locais
onde pode ser encontrada: Praça João Clímaco.
|
|
|
Palmeira
cariota
Caryota mitis
Ocorrência
natural na Índia e Malásia.
Altura máxima do caule em torno de 12 m.
Apresenta caules múltiplos formando touceira.
Destaca-se por possuir folhas com as pontas recortadas
em forma de rabo de peixe, conferindo à espécie
um efeito notável. Produz frutos arredondados,
de início verdes, depois avermelhados e finalmente
pretos. Presta-se bem à utilização
em parques e jardins.
Obs.:
caule múltiplo intencionalmente isolado na ilustração
para melhor visualização da palmeira.
Locais
onde pode ser encontrada: Parque Pedra da Cebola e trevo
da Av. César Hilal (Bento Ferreira).
|
|
|
Coqueiro-da-bahia
Cocos nucifera
Ocorrência
natural no Brasil.
Altura
máxima do caule em torno de 20 m.
É a palmeira de maior importância econômica
em todo o mundo. Possui frutos de forma ovalada, fibrosos
de cores variadas. A água-de-coco é muito
apreciada e a polpa madura é usado como alimento
e matéria-prima de muitos produtos. As fibras
são utilizados na indústria têxtil
para fabricação de vários artefatos.
Ótima para utilização na orla marítima.
Locais
onde pode ser encontrada: Praia de Camburi, Curva da
Jurema e Prainha de Santo Antônio.
|
|
|
 |
|