Programas

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O Projeto Cultural Rubem Braga, criado em 1991, concede incentivos fiscais com descontos no Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) e Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) devidos às empresas estabelecidas no município, que realizam investimentos nos projetos culturais selecionados por sua comissão normativa.

Ao longo de 17 anos, a Lei Rubem Braga vem ampliando o número de trabalhos atendidos. Em 2008, a iniciativa ultrapassou a marca dos mil beneficiados. Podem participar da seleção projetos culturais de postulantes residentes na capital há, no mínimo cinco anos, nas áreas de teatro, circo e ópera; cine, foto e vídeo; literatura; artes plásticas, artes gráficas e filatelia; folclore, capoeira e artesanato; história; e patrimônio histórico.

Funcionamento: 8h às 17h
Endereço: Rua 13 de Maio, 47, Centro – CEP: 29.015-280,
Tel. (27) 3132-2074


 

O Festival Nacional de Teatro da Cidade de Vitória completou em 2007 sua 3ª edição. Realizado sempre no mês outubro tem como proposta usar os espaços cênicos dos teatros Carlos Gomes, José Carlos de Oliveira, Edith Bulhões, FAFI, Teatro Universitário e SESI.

Conta com a participação de espetáculos convidados repre­sentativos da produção teatral brasileira valorizando a diversidade cultural, reconhecendo as características e diferenças das diversas etnias e grupos sociais, contribuindo assim para uma perfeita integração entre o saber esta­belecido e profissional com grupos e artistas em fase de formação prática, o que estimula o fortalecimento das linguagens e o debate sobre o fazer artístico nacional.

O Festival é aberto à participação dos espetáculos de teatro de artistas e grupos do Estado do Espírito Santo escolhidos por uma comissão de seleção através de edital. Há também premiação local, composta por um júri con­vidado. A iniciativa é inédita com relação à sua criação no que se refere à forma de apresentação. Sendo prioritariamen­te duas sessões para as peças de outros estados e, quando necessário, duas sessões para os espetáculos do Estado. A entrada é franca.

Coordenação: subsecretaria Municipal de Cultura
Endereço: Rua 13 de Maio, 47, Centro – CEP: 29.015-280
Telefone: 3132-2067


 

O Circuito Cultural de Vitória é um projeto que visa à promoção e o desenvolvimento sustentável das comunidades, possibilitando a inclusão social e a democratização da gestão pública. Ele tem sido levado a todas as sete regiões administrativas da Capital com a preocupação de criar um espaço para a produção cultural envolvendo tanto artistas já consagrados quanto novos talentos.

Uma das metas do programa é, através das oficinas de gestão cultural e da consolidação de espaços físicos de multiuso nas comunidades, permitir a continuidade das atividades, à medida que se formarão agentes culturais nos bairros.

O formato do Circuito Cultural de Vitória, além de permitir a geração de trabalho e renda, especialmente para os jovens, cria oportunidades de negócios na área da economia da cultura e movimentará o comércio local. O projeto desenvolvido pela Secretaria de Cultura de Vitória já passou pelas Regionais de São Pedro, Santo Antônio e Maruípe.


O Projeto Viagem pela Literatura é realizado pela Biblioteca Municipal Adelpho Poli Monjardim. Criado em 1994, tem com a proposta contribuir para a construção de cidadãos mais críticos e participativos, além de promover a inclusão social.

Assim, a iniciativa visa a estimular, ao longo do ano, a leitura entre os alunos, preferencialmente os matriculados na rede pública municipal da 1° a 4° série, e em âmbito maior, nas pessoas da comunidade.
Com atividades nas escolas, nos centros comunitários, nas associações de moradores e na Escola de Teatro e Dança Fafi, onde funciona a Biblioteca Municipal. Ao longo de 14 anos, mais de 60 mil pessoas já participaram das atividades.

O projeto funciona também como uma pequena biblioteca móvel, levando às comunidades por onde passa a Caixa-estante. A idéia é colocar a disposição da população um acervo de livros de literatura infantil, juvenil, geral além de gibis para empréstimo e leitura. Em algumas comunidades a caixa-estante foi tão bem recebida que, foram criadas unidades fixas.



Veja os programas já realizados pela Secretaria de Cultura


 


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