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Premiados
no Festival Nacional de Monólogos
Márcia Brito
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Fotos
de Samira Gasparini
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Wesley
D'Alessandro, com "No Escuro",
levou 4 prêmios
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O solo de
dança "No Escuro", coreografado e interpretado
por Wesley D'Alessandro, de São Paulo, foi o grande vencedor
da noite de sábado, 16 de outubro, último dia
do 7° Festival Nacional de Monólogos - Prêmio
Cidade de Vitória, realizado pela Prefeitura de Vitória,
por intermédio da Secretaria Municipal de Cultura, e
pelo Instituto de Arte e Cultura Capixaba (IACC). Foram quatro
prêmios no total, de Melhor Espetáculo - Dança,
Melhor Figurino, Melhor Iluminação e Prêmio
Júri FAFI, formado por alunos do curso de Qualificação
em Teatro da Escola de Teatro e Dança FAFI. O segundo
grande ganhador de prêmios foi "www para Freedom",
também de São Paulo, recebendo a estatueta "A
Guerreira", do escultor Janio Leonardelli, nas categorias
Melhor Espetáculo - Teatro, Melhor Intérprete
- Teatro e Prêmio Júri Popular.
O diretor
André Bortolanza, de "Sobreviventes" e a
atriz Maria Júlia Martins, de Apareceu a Margarida",
ambos de São Paulo, ganharam um prêmio cada.
O capixaba Mauro Marques, bailarino de "Entre dois Pontos",
dividiu o prêmio de Melhor Intérprete - Dança
com o mineiro Rodrigo Quik, que levou também o prêmio
de Melhor Coreografia - Dança, por "Dos Tornozelos
à Alma".
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O
capixaba Mauro Marques, bailarino de "Entre dois
Pontos", ganhou o prêmio de Melhor Intérprete
- Dança
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Em seus
discursos, não faltaram agradecimentos a familiares,
amigos, incentivadores. E em um clima de harmonia e torcida,
na platéia do Teatro do Sesi, pôde-se perceber
que as equipes que se apresentaram torciam uns pelos outros,
e vibravam a cada divulgação das premiações.
"Isto mostra que o intercâmbio entre os participantes
do Festival é um grande trunfo para que o evento tenha
cada vez mais concorrentes em todo o Brasil. Um fala para
o outro sobre a importância do Festival, de fazer amizades,
de conhecer nossa Capital, que é bela e receptiva",
afirma a secretária de Cultura de Vitória, Luciana
Vellozo Santos.
Os jurados
da premiação foram o ator e diretor Emílio
de Mello; a atriz Inácia Freitas; a bailarina e coreógrafa
Mitzi Marzutti; o ator e diretor Paulo de Paula e o bailarino
e coreógrafo Sylvio Dufrayer. Eles decidiram que não
fosse entregue o prêmio de Melhor Cenário pois
"não encontraram cenário que justificasse
o prêmio", como informa a ata de reunião
da comissão.
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O
diretor André Bortolanza, de "Sobreviventes"
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Ésio
Magalhães, de "www para Freedom"
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Zélia
Siqueira, que recebeu os prêmios para o amigo Rodrigo
Quik, que se apresentava naquela noite em Belo Horizonte,
afirmou que o bailarino ficaria muito feliz de ser, mais uma
vez, premiado no Festival, já que ele também
participou da competição em 2003. Ésio
Magalhães, de "www para Freedom", ressaltou
que, com sua peça - uma comédia que critica
os combates internos e externos em busca da liberdade - tenta
fazer alguma coisa para o mundo, que as pessoas pensem na
liberdade, e não na guerra mas, como ela infelizmente
existe, "temos que lutar para mostrar o ridículo
da nossa beleza e a beleza do nosso ridículo".
Homenagem
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Antônio
Guerra recebe placa do diretor do Sesi,
Eleazar Pessoa
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Em uma
pequena pausa dada durante a entrega de prêmios da mostra
competitiva, foi a vez de homenagear o cenotécnico
Antônio Guerra. Ele foi aplaudido de pé pela
platéia que lotava o Teatro do Sesi, um dos espaços
que Antônio ajudou a criar. A organização
do evento buscou homenageá-lo também com um
"aplauso" dos bastidores do teatro, no qual cortinas
foram movimentadas dando o efeito de animação.
O diretor do Sesi, Eleazar pessoa, aproveitou a ocasião
para também homenagear Antônio com uma placa.
O cenotécnico, em sua timidez, não quis falar,
só agradeceu silenciosamente, assim como seu trabalho,
silencioso mas importantíssimo quando são abertas
as cortinas.
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Maria
Júlia - Melhor Intérprete de Teatro com
"Apareceu a Margarida"
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Durante
cinco dias, o Festival Nacional de Monólogos proporcionou
a integração cultural entre os participantes
de vários Estados do país e incrementou a vida
cultural de Vitória. Todos os dias o Sesi ficou lotado,
com cerca de 350 pessoas, algumas sentadas no chão,
sem querer perder a oportunidade de ter contato com espetáculos
do Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande
do Sul e São Paulo, sem esquecer dos capixabas.
"Outro
objetivo foi o de estimular o aprimoramento das artes cênicas
por meio de painéis e oficinas realizadas na FAFI",
lembra Regina Monteiro, diretora-presidente do Instituto de
Arte e Cultura Capixaba (IACC), que administra a FAFI.
"O
festival denota seu perfil inovador, apostando na abrangência
das artes cênicas - Teatro e Dança - contribuindo
para a formação artística, a renovação
da linguagem e a ampliação do mercado de trabalho
em nossa cidade", conclui Luciana Vellozo Santos.
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Premiação
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Melhor
Espetáculo - Teatro - "wwww para Freedom",
de São Paulo
Melhor Espetáculo - Dança - "No Escuro",
de São Paulo
Melhor Direção - Teatro - André Bortolanza,
por "Sobreviventes" - São Paulo
Melhor Coreografia - Dança - Rodrigo Quik, por "Dos
Tornozelos à Alma", de Minas Gerais
Melhor Intérprete - Teatro - Maria Júlia Martins,
por "Apareceu a margarida", de São Paulo,
e Ésio Magalhães, por "www para Freedom",
de São Paulo
Melhor Intérprete - Dança - Rodrigo Quik,
por "Dos Tornozelos à Alma", de Minas Gerais,
e Mauro Marques, por "Entre dois Pontos", do Espírito
Santo
Melhor Figurino - Teatro e Dança - "No Escuro",
de São Paulo
Melhor Iluminação - Teatro e Dança
- "No Escuro", de São Paulo
Melhor Espetáculo - Júri Popular - "www
para Freedom", de São Paulo
Melhor Espetáculo - Júri Alunos FAFI - "No
Escuro", de São Paulo
Obs.:
Os jurados decidiram que não encontraram cenário
que justificasse o prêmio de Melhor Cenário
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Homenagem Especial
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| Antônio Guerra - Cenotécnico |
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