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Cai índice de infestação do mosquito Aedes aegypti em Vitória

Publicada em 14/02/2017, às 15h07

Por Maria Angela Siqueira (macsperini@vitoria.es.gov.br) | Com edição de Matheus Thebaldi


Arquivo PMV

Agente da vigilância ambiental observa água na caixa d'água para detectar foco da dengue

Lira apresenta principais criadouros do mosquito, os riscos de transmissão e também as recomendações para evitar a proliferação do inseto

O Levantamento Rápido da Infestação do mosquito Aedes aegypti (Liraa) em Vitória, realizado na última semana de janeiro, revelou queda no índice de infestação predial do inseto - de 2,1 para 1,6 a cada 100 imóveis visitados -, o que ajuda a reduzir a transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya.

O Liraa é realizado quatro vezes por ano. O último havia sido divulgado em novembro de 2016. O resultado apresenta a situação de risco dos bairros, divididos em 13 estratos, com os principais criadouros encontrados e o tipo de ação necessária para o controle do vetor. Nenhum bairro foi apontado como sendo de alto risco de infestação. 

Bairros como Itararé, da Penha, São Benedito, Gurigica, Jardim Camburi, Ilha de Santa Maria, Bento Ferreira, Ilha de Monte Belo, Jesus de Nazareth, de Lourdes, Jucutuquara, Cruzamento, Fradinhos, Santa Cecília, Santos Dumont, Grande Vitória, Estrelinha, Universitário, Santo Antônio e Inhanguetá têm baixo risco. 

De acordo com o Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA), o levantamento é importante porque fundamenta as propostas de intervenção dos segmentos envolvidos.

"A proposta tem como objetivo provocar um movimento articulado e simultâneo entre as equipes de assistência e a equipe de Vigilância Ambiental, utilizando-se com a maior eficiência dos dados obtidos no trabalho de pesquisa realizado pelos agentes de campo", informou a coordenadora do CVSA, Clara Scarparti.

Como uma das estratégias, a orientação da Vigilância Ambiental é que as unidades de saúde divulguem o resultado para os moradores de seus territórios e o discutam junto às lideranças e aos conselhos locais de Saúde, instruindo sobre os criadouros preferenciais da área e sobre medidas de prevenção que devem ser adotadas, principalmente em regiões com notificações dessas doenças.

Criadouros

Diego Alves

Caixa d'água

Caixas d´água são vilões na possível infestação do mosquito Aedes aegypti (Ampliar imagem)

No novo Liraa, permanecem como principais criadouros os reservatórios de água a nível do solo (tonéis e cistenas) e os criadouros fixos (ralo, calhas, pisos, lajes, entre outros). Além desses, também destacam-se os reservatórios de água elevados (caixas d'água), o que não vinha sendo observado nos últimos levantamentos. Eles precisam ser mantidos tampados e vedados para impedir o acesso do mosquito.

"A orientação é que as pessoas permaneçam realizando vistoria de suas casas e imóveis em geral, pelo menos uma vez por semana, para eliminar depósitos com água parada e, assim, romper o ciclo de vida do mosquito. Para isso, o morador ou responsável pelo imóvel pode usar o check-list como instrumento orientador da vistoria, pois este funciona como um roteiro, indicando os principais criadouros de mosquitos que existem nas residências", disse Clara.

Ações

Para enfrentar esse cenário, o CVSA realiza ações de rotina, em especial a visita domiciliar dos agentes de endemias, que fazem tratamento e eliminação de eventuais focos e orientam os moradores sobre medidas de prevenção. Além disso, realiza ações educativas nas comunidades, unidades de saúde, escolas e locais de grande movimentação.


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