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Praia
Mole
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Divulgação
- Codesa
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Praia
Mole é operado pela CVRD
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Localizado
em área contígua ao Porto de Tubarão, possui
um Terminal de Produtos Siderúrgicos (TPS), considerado um
dos mais eficientes terminais siderúrgicos do mundo e operado
pelo Condomínio CST, USIMINAS e AÇOMINAS; e um terminal
para carvão mineral (Terminal de Praia Mole), operado pela
CVRD.
O
TPS atingiu, em 2003, a marca de 100 milhões de toneladas
embarcadas desde o início de suas operações,
em 1984. Deste total, cerca de 60% foram produtos da CST, 20% da
Açominas, 16% da Usiminas e 4% de outros clientes.
O
TPS possui três berços para atracação,
com capacidade para operar navios de até 70 mil toneladas.
Sua infra-estrutura de embarque consiste em oito guindastes: cinco
com capacidade para até 42 toneladas e três para 25
toneladas e uma área de estocagem de 400 mil mē, com capacidade
para embarcar até 7,5 milhões de toneladas por ano.
O
Terminal de Praia Mole é um dos grandes responsáveis
pelo excelente desempenho do parque siderúrgico instalado
ao longo da Estrada de Ferro Vitória-Minas (EFVM), devido
à sua elevada produtividade na descarga de carvão
e coque. Operando 24 horas por dia durante todo o ano, o terminal
tem como vantagem a alta velocidade de descarga, garantida pela
operação conjunta de quatro descarregadores de navios.
Com isso, mais de 10 milhões de toneladas de granéis
são desembarcados por ano, com um tempo de espera médio
de apenas 3 dias.
Seus
dois berços possuem 730 metros de comprimento total. O Berço
1 opera navios de até 270 metros de comprimento, 15,5 metros
de calado e 170.000mt e o Berço 2 opera navios de até
300 metros de comprimento, 16 metros de calado e 250 mil TPB. Sua
retroárea conta com um pátio de estocagem para 750
mil toneladas, duas empilhadeiras, um armazém para fertilizantes
com capacidade para 10 mil toneladas. O Terminal trabalha também
com fertilizantes, enxofre, manganês e outros granéis.
No
mês de agosto de 2003, o Porto alcançou a melhor taxa
diária, com o desembarque de 44,7 mil toneladas de carvão,
minério e coque. Tal performance deve-se ao bom desempenho
operacional dos equipamentos aliado à logística de
empilhamento, à programação de descarga e,
ainda, ao empenho dos empregados.
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