O dia de hoje, 22 de agosto, tem uma importância especial para a cultura capixaba. É o dia dedicado ao folclore, gênero de cultura de origem popular, formado pelos costumes, lendas, tradições e festas populares. Sua transmissão é feita por imitação e via oral de geração em geração. Todos os povos possuem suas tradições, crendices e superstições, que se transmitem através de lendas, contos, provérbios e canções.
Kadidja Fernandes |
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| Banda de Congo |
No Espírito Santo, são exemplos de manifestações folclóricas as bandas de congo, as puxadas de mastro, as cantigas de roda, o ticumbi e o alardo, as receitas da medicina popular à base de ervas, as crendices e superstições, o jongo, as panelas de barro e outros produtos do artesanato.
No caso específico de Vitória, as entidades culturais folclóricas possuem convênios e parcerias com a Secretaria Municipal de Cultura no sentido de preservar, valorizar e difundir as tradições populares. “As festas folclóricas da Capital, como as procissões e homenagens a São Benedito, realizadas juntamente com a Associação de Folclore de Vitória, fazem parte da programação cultural de Vitória” destaca Ernandes Zanon, gerente de Produção e Difusão Cultural da Secretaria Municipal de Cultura.
Kadidja Fernandes |
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| Comidas típicas |
Produção de panela de barro |
As bandas de congo da Capital têm um destaque especial. Segundo o mestre Reginaldo Sales, de 85 anos, sua vida foi toda dedicada ao folclore capixaba, e sente-se muito orgulhoso e feliz, por ver que a riqueza cultural de sua cidade ser preservada e valorizada. “Hoje mesmo fomos convidados para participar de um evento em Colatina, no norte do Estado. Minha vida é o folclore, é o congo.”
| Carlos Antolini |
Paula Barreto |
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| Danças típicas |
Procissão de São Pedro |
A Banda de Congo Mirim, com ensino para crianças em Maruípe, iniciado com as atividades do Circuito Cultural, o apoio à Comissão Espírito-santense de Folclore, entre outras atividades da Secretaria de Cultura podem ser destacas na preservação da identidade cultural capixaba. Segundo o presidente da Comissão Espírito-santense de Folclore, Eliomar Mazoco, é importante trabalhar a destinação de recursos via convênios, que tem por objetivo valorizar o patrimônio cultural. (Texto - Loureta Samora)
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