Paula Barreto |
.jpg) |
| Como critério de desempenho, foram
considerados também investimentos nas áreas de saúde,
educação, saneamento e habitação |
Vitória está entre os 300 municípios mais dinâmicos do País e ocupa a 23ª posição, superando cidades como Salvador (BA), Natal (RN), Olinda (RE), João Pessoa (PA), Guarulhos ( SP) e Osasco (SP). O ranking foi organizado e divulgado pela revista Atlas do Mercado Brasileiro, da Gazeta Mercantil.
Realizada pela consultoria Florenzano Marketing, a edição 2008 da publicação
traz dados dos 27 municípios mais dinâmicos do País, sendo um por estado. O crescimento das cidades está baseado na capacidade dos prefeitos em atrair investimentos e aproveitar o bom momento da economia. O Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) tem sido um grande aliado das mais dinâmicas.
"Sem dúvida, houve um amadurecimento nas políticas públicas de inclusão, de diminuição das desigualdades. Sobre a independência financeira, nós temos a nossa arrecadação, mas as parcerias têm sido fundamentais com o Estado, União e financiamentos junto a instituições. Evidentemente que, por concentrar as sedes das principais empresas do Estado e por ter a vocação para o setor de serviços, a nossa capital tem uma arrecadação expressiva. Grande parte dos recursos da cidade também é proveniente dos repasses do Estado. O governo federal valorizou os municípios com o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), ao investir diretamente os recursos da União, em vez de repassar para os Estados", comentou o prefeito João Coser.
O estudo mostra que, apesar da força do consumo dos municípios das regiões
Sudeste e Sul, um novo grupo de prefeitos conseguiu posicionar suas cidades
na rota do crescimento e adotar políticas que os alçaram entre os mais dinâmicos do País. Segundo Marcello D'Angelo, diretor de conteúdo da Gazeta Mercantil, as boas novidades reveladas pela pesquisa vêm das novas fronteiras do desenvolvimento econômico e social do País, onde a renda per capita cresce até 30% ao ano.
Vitória está incluída crescimento vigoroso do consumo e aumento da renda per capita
superior a 30% entre 2006 e o ano passado. Como critério de desempenho, foram
considerados a capacidade de compras e os depósitos bancários da população, as
despesas municipais e também os investimentos tanto sociais (saúde,
educação, saneamento e habitação) como em ciência e tecnologia durante ano
de 2007. ( Texto - Adriana Menezes, com informações da Gazeta Mercantil) |