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Os primeiros táxis dos 356 veículos que compõem a frota da capital já começaram a receber os adesivos de padronização, em conformidade com o Decreto 13.802/2008 que regulamenta a Lei 7362 de 02 de abril de 2008. Estão aptos os carros que têm menos de cinco anos de fabricação, cor branca, quatro portas, porta-malas com capacidade para 400 litros e ar-condicionado.
O novo layout da padronização prevê caracterização em faixas reflexivas - mais visíveis, principalmente à noite - nas cores laranja e linhas finas amarelas, afixadas nas portas laterais, no capô, no pára-brisa e pára-choque. Para facilitar a identificação pelo o usuário, o número da permissão do veículo está mais visível, no teto e nas laterais, como também a praça onde o taxista opera. O bigorrilho é branco e a palavra táxi vem em letras vermelhas.
Divulgação |
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| Táxis com a nova padronização |
Os taxistas gostaram da nova padronização. Para os condutores Antônio Alonso Campos (permissionário) e o filho dele Renyson Nunes Campos (defensor), da Praça Costa Pereira, no Centro da cidade, a caracterização demora cerca de 3 horas e o custo fica entre R$230,00 a R$ 250,00 reais. Mas, para eles, é um dinheiro bem empregado, pois os dois apostam no diferencial que esta medida vai provocar nos táxis de Vitória. “Agora fica mais fácil para os passageiros distinguir o nosso táxi em relação aos outros municípios”, afirma Renyson Campos. “Nós somos motoristas mais capacitados, estamos sempre nos qualificando, através dos cursos dados pela Prefeitura”, disse o permissionário Antônio Campos.
Para o subsecretário de Transportes da Prefeitura, Sávio Gava, os táxis de Vitória são eficientes e seguros. “A padronização é importante para organizar a prestação de um serviço público de qualidade. Os táxis da capital são periodicamente fiscalizados e vistoriados pelo Poder Municipal, o que dá mais tranqüilidade e segurança ao usuário”, afirmou Sávio Gava. (Texto - Suzana Tatagiba / Coordenação de arquivo fotográfico - Elane Couto Uliana / Coordenação de fotografia - Carlos Antolini / Edição - Carlos Alberto Batista) |