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Representantes dos alunos, professores e coordenadores que participam do Projeto X-Cross, na rede municipal de ensino de Vitória participam, de 15 a 18 de abril, no Rio de Janeiro, do X-Cross Closing Conference. O encontro tem como objetivo fazer uma avaliação dos 20 meses de projeto, bem como congregar os participantes.
Samira Gasparini |
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| Atividades do projeto X-Cross na EMEF Edna de Mattos |
O projeto X-Cross é um desdobramento da rede 13 (Cidades e Sociedade da Informação) do Programa URB-AL fomentado pela União Européia. A iniciativa aproximou alunos da rede pública de ensino de Vitória (ES), Piraí (RJ), Segrate ( Itália), Miraflores (Peru) e Bremen (Alemanha). Em Vitória é desenvolvido em três escolas (Izaura Marques da Silva, em Andorinhas, Edna de Mattos Siqueira Gaudio, em Jesus de Nazaré e Adilson da Silva Castro, na Ilha de Monte Belo) atendendo crianças de 12 a 16 anos de idade, sob risco social, no horário contrário ao do ensino regular.
O projeto em Vitória é coordenado pela Secretaria Municipal de Educação e pela Assessoria de Relações Internacionais, do gabinete do prefeito. São 70 as crianças que participam sendo que estão inclusas crianças com altas habilidades e com necessidades especiais. O projeto tem como foco, além da inclusão digital, trabalhar as ciências, assuntos globais, o exercício da língua inglesa e, principalmente gerar nos jovens o sentimento de “pertencimento” não só na família como na comunidade, na cidade, no mundo.
Participação da PMV
Este programa da Comunidade Européia é uma parceria com cinco cidades, duas no Brasil – Vitória (ES) e Piraí (RJ); Segrate (Itália); Miraflores (Peru); e Bremen (Alemanha). A escolha das cidades ocorreu por meio de um processo de seleção internacional, realizado por meio de projetos apresentados e pela característica de serem cidades latino-americanas e apresentarem alunos em condição de risco social.
A participação da PMV mostra o interesse da administração municipal de lutar contra a exclusão social. Os recursos, em sua maioria - 69,4% -, são oriundos da União Européia, e as prefeituras entram com a disponibilidade de servidores (professores), espaço físico (escolas, salas de informática, transporte quando necessário), entre outras, uma contra-partida de 29,6%. O projeto foi implementado, em Vitória, em julho de 2006. (Simone Diniz)
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