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Elas são jovens, talentosas, destaques do esporte capixaba e com muito para comemorar no Dia Internacional da Mulher, celebrado no dia 08 de março. Algumas atletas incentivadas pela Prefeitura de Vitória, em 2007, contam suas histórias, experiências e conquistas.
“Nunca passei por nenhum preconceito no vôlei de praia, mas sabemos que existe em outras modalidades. Isso tem que mudar, pois as mulheres estão crescendo em todas as áreas, conquistando direitos iguais e provando sua capacidade. Eu até arrisco um palpite: nós nos saímos melhor do que os homens, com a ajuda da nossa intuição feminina”, declara, entre risos, a campeã do Mundial de vôlei de praia Sub21, em 2007, Liliane Maestrini, 20 anos.
| Paula Barreto |
Carlos Antolini |
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| Juliétty Tesch |
Márcia Casagrande |
Para a velejadora Juliétty Tesch, 18 anos, não é diferente. Segundo ela, os companheiros de treinos se dão bem, além de se ajudarem bastante. “Apesar da minha classe, a laser, ser considerada de meninos, hoje em dia, existem muitas mulheres apostando na categoria, ainda mais agora com a inclusão do laser feminino em jogos olímpicos e pan-americanos”, explica a jovem iatista.
A corredora Márcia Casagrande Mattos, 20 anos, já aponta outra preocupação dentro do atletismo – o preconceito das próprias mulheres. “A distinção, entre homens e mulheres, existe sim. Mas o que me deixa mais triste é ver as mulheres falando que corrida não é esporte para elas”, comenta Márcia. A idéia da existência de um dia internacional da mulher foi inicialmente proposta na virada d do século XX, tempo suficiente para mudanças de conceitos (Brunella Menezes)
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